COM TODO RESPEITO ÁS OPINIÕES DOS OUTROS;ACREDITO NA JUSTIÇA E SEI QUE DIREITOS HUMANOS TEM QUE HAVER PARA UMA SOCIEDADE PACÍFICA,QUANDO AGREDIDA SEM MOTIVOS; MAS VAMOS FAZER COMENTÁRIOS COM JUSTIÇA E SEM A VISÃO HIPOCRITA QUE COLOCA QUALQUER POLICIAL QUE SEJA, QUANDO ACUSADO DE UM CRIME COMO UM VERDADEIRO VILÃO.ISSO INCENTIVA A DEGENERAÇÃO E DESORDEM PÚBLICA ALÉM DE CRUCIFICAR UMA CLASSE DE HERÓIS ANÔNIMOS QUE DEFENDE ESTA SOCIEDADE QUE O APEDREJA E PARA A QUAL O SGT MARTINS TEVE RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS QUANDO NA ATIVA E AGORA ESQUECIDOS.
Pedro Austurio - 23-02-2010 10:02:55
Caro Mário aqui no Mato Grosso mudando a lei ela continua sendo do mais forte, o que aconteceu foi que mudou as forças, até algum tempo o Sargento Martins era o mais forte, hoje o Valtenir, ou alguem acha que o sagento Martins vai conseguir medir forças com um deputado influente como o valtenir, esse criminosos tem que ir pra cadeia mesmo assim como outros que tem ai que usa a farda pra abusar de autoridade e cometer crimes.
mario - 16-02-2010 20:08:26
quem matou tem que ir para cadeia mesmo aqui no mato grosso a lei era do mais forte esta mudando mais a lei e muito lenta quando vai agir o crime ja presqueveu
João José Gomes - 14-02-2010 21:27:28
O sargento Martins tem que ir pelo o menos um ano em cana, porque a maioria desses policial são covarde
Cidadã jaciarense - 14-02-2010 12:02:39
Concordo com o Vanderlei,isto prova q no âmbito da Justiça há muitas falhas e corrupção, se todos os cidadãos fossem conhecedores de leis, jamais víamos ações arquivadas sem resolução do mérito, simplesmente por conveniencia da justiça ou por politicagem. Estes cidadões criminossos tem que cumprir a penalidade aplicada pelo STF sim. Nesse caso a justiça dardou mais não falhou. Parabéns Valtenir e famíliares.
Vanderlei - 13-02-2010 16:40:48
Finalmente a justiça foifeita, pena que pra justica ser feita metade da pupulacao brasileira ou mais teria que ser formar em direto se tornar promotores, ta na hora da justica comecar a ser feita para os pobres tambem.